12.31.2012

Para a nossa voz ecoar no novo Quilombo Rio do Macaco

Pela Ordem, V. Ex.ªs Presidente Dilma Rousseff e Governador do Estado da Bahia Jaques Wagner  e V. Ex.ª José Alencar, Prefeito de Simões Filho

"Manifestamos nossa solidariedade e apoio absolutos às mulheres, homens, adultos, crianças, jovens e idosos de  Rio dos Macacos, por entendermos que esta Comunidade Quilombola tem o direito de existir em sua cultura, trabalho, sonhos e afetos. E nada mais óbvio e justo que o façam na sua terra ancestral, por ela cuidada e vivida, apesar de toda a pressão e violências que vem sofrendo pela Marinha do Brasil desde a década de 1960, através de fatos já amplamente publicizados. Frente a essas violências, é dever impreterível do Estado garantir essa existência em dignas condições materiais e imateriais, de participação política e exercício do direito de decidir sobre o território onde constroem suas histórias individuais e coletivas." leia mais


Se tiver Facebook compartilha Aqui

Para saber um pouco mais:


Vamos fazer com que todas as pessoas e amigos saibam e possam ajudar fazendo o mesmo.
Será a nossa divulgação, a primeira do ano, para a Nooooooooooooosssa Alegria!!
Por favor, pelo amor ao oxigênio!
Façamos com que atendam ao justo e resolvam logo essa situação, a qual não podemos deixar que perdure durante o ano de 2013, é pra ser um ano novo!

e nós vamos lá, fazer uma grande festaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!
é assim que vai ser, é só se ajudar, não precisa compartilhar diretamente, 
baixa a foto e copia o texto, colocando ou não a fonte...qualquer maneira boa cai bem!

Sou mais água!!! Uno somos e tudo soma no mais!!

12.29.2012

A ceia de Natal que sempre quis

Feliz recontagem de dias e meses, tenham todos uma ótima edição 2013!!
Cada um celebra a vida à sua maneira, para o Grupo Guerreiros da Paz, todo sábado é Natal
e, no dia do Natal, qualquer dia se torna um sábado.



Em Salvador, 24 e 25 de dezembro,  com o Grupo Guerreiros da Paz:
www.grupoguerreirosdapaz.com.br
Conheçam mais desse importante projeto.

Música: Capitães de areia
por Fafá de Belém
Disco: Jorge Amado


Anarquia X Utopia


As pessoas podem ser anarquistas sozinhas, não precisa que o sistema todo seja.

Anarquia em si, não significa liberdade plena, já que o anarquista natural é aquele que tem consciência de seus deveres e muitas vezes esses deveres podem não ter o significado de liberdade, propriamente dita.
Anarquista faz o que deve ser feito, por consciência e não somente porque foi determinado.

Um fumante anarquista, jamais precisaria de leis contra o consumo de cigarros em ambientes fechados...+ ou - isso.

O anarquista natural tende a refletir sobre o que propaga, pois pensa nas consequências sempre. Tem horas que se passa, mas o anarquista, mesmo que sem graça, consegue reconhecer isso.

No fim,  Anarquia é apenas um rótulo, uma ideologia de quem aceita mais os seus próprios pensamentos, que serão resultantes das interações com o todo. Uma existência metamorfosicamente coerente.

Para tudo se precisa de um nome, tem até nome pra não ter nome.

Anarquia pra mim é dessa forma. Ser responsável, produzir, fazer parte, construir, formular, contribuir, pois anarquista não precisa que ninguém lhe diga o que é importante e está disposto a morrer por isso, aliás... ele tem consciência do fim.

"Queira querer, querer é viver conquistando,
faça a lei sob sua vontade e acredite no que quiser
desde que não comprometa um outro queredor.

Serão dois grandes presentes:
1º O livre arbítrio (posso "crias", minhas próprias palavras)
2º As consequências (ser incompreendido)

Cada presente terá o seu dono.


wooooooooo how!!
águabraços, almas d'água!!
Pra ciência: paciência!
(sempre pro-pagando)


Se é pra usar um termo para me definir, uso: 
Capisocialista Anarcobviologista (escrevi sobre)

Uno somos e tudo soma no mais
a labuta é sem Mic e TV,
peça cruz, quem dirige é seu ser.

12.27.2012

Fome+Desemprego+Saúde X Descriminalização das drogas.

        Às vezes, algumas frases que são iniciadas com "às vezes" e "algumas" são inquestionáveis.


Algumas pessoas estão desmerecendo a busca pela Descriminalização das Drogas, por considerarem mais importante lutar contra a fome e o desemprego.
Sem entendermos que essas lutas estão relacionadas, incorremos a uma lamentável falta de entendimento entre interessados e desinteresseiros.

Ouçam:


A legalização geraria muito mais recursos e empregos formais, que mortes e miséria como está acontecendo.

Não precisa ser usuário para entender que essa guerra não tem fim, é melhor usar os recursos gerados (droga X consumo) para proporcionar apoio às pessoas "dependentes", que terão assistência financiada pelos próprios usuários.

Não entendo como uma luta vã, não é somente uma luta para que as pessoas possam drogar-se, me interesso em ver essa guerra contras drogas acabar, que acabem com esse espetáculo com as droga e o medo,

Os mesmos recursos públicos que são investidos nesta guerra contras as drogas, pode financiar por todos os componentes necessários para a produção, venda, controle de lucros (eu chamo de controle de lucros, a boa destinação dos recur$os excedentes, que devem ser programados).

Esses recursos são os mesmos que fornecem capital para a compra de armas, outras drogas, centralização indevida de riquezas e etc. Além também do cânhamo ter outras utilidades além do uso como entorpecente o que daria outras funções comerciais ao produto.

Quando falo sobre e defendo a legalização, não me prendo somente ao livre comércio e plantio caseiro, mas também a uma venda controlada, com venda proibida a menores e com o lucro direcionado às instituições de tratamento de dependentes que o consumo normalmente produz.

O comércio de drogas gera muito dinheiro, por isso existem algumas lícitas. O fator mais importante sobre o controle de idade, é que jovens e crianças não participariam do processo de produção e venda legal, só sendo alcançadas para o consumo, eventualmente de maneira ilegal. Pois ninguém deve vender ou oferecer substâncias psicotrópicas às crianças.

Por ser altamente rentável é que muitos desejam que continue como está, ilegal, pois os recursos (dinheiro) gerados são direcionados aos seus devidos interessados. Alguns usam sandálias, outros tem assessores, iates, helicópteros e carros de luxo.

Para mim, todas as drogas devem ser tratadas como remédios, com venda controlada e com seus lucros sustentando o tratamento de dependentes...pois do jeito que está, está mais que claro que não resolve.

Precisamos do corpo de segurança voltado ao controle da violência e não somente ao controle de um comércio violento, onde até mesmo alguns destes, são beneficiados e contribuintes.

A ilegalidade tem promovido ações criminosas de ambos os lados. As pessoas não vão deixar de consumir drogas e elas mesmas podem financiar as instituições. É muito dinheiro gerado.

"mas a questão é: esse dinheiro ser realmente investido nisso e não desviado? ..e eu não acho que a droga seja um remédio"

Eu sou otimista, mesmo que desviem, não poderão fazer com o todo, pois se entregariam. Não existe pior desvio que crianças trabalhando para traficantes perigosos curtirem suas extravagâncias ilesos.
E a dependência é muito complexa para ser definida ou entendida, pois vai depender de cada um. Logo a droga, não vai deixar de ser como um "remédio" para quem está viciado e conforme a pessoa é identificada fica mais fácil de convidá-la ao tratamento financiado pelos próprios usuários.

Essa ideia de que o sistema e seus integrantes são corruptos, tem afundando a esperança popular em todas as coisas e logo tudo é entregue às mãos dos nossos integrantes corruptos instalados no governo (não é esquisito esse ciclo?).

Ter a sensação que as pessoas estão todas indo para vários lados, faz com que me sinta apenas um espectador de tudo isso, que me envolve, que está em mim, que participo de tudo isso.
Somente ciclistas lutam por ciclovias, somente quem precisa de algo é que corre atrás, as pessoas parecem não se importar com o que não fazem parte ou que acham que não fazem.

Fome, desemprego e a saúde pública são problemas mais importantes que descriminalização das drogas.

Certo. Eu também concordo.

 As piores drogas são o apego ao dinheiro excessivo, à vida luxuosa e extravagante.

Para alcançarmos uma era sem fome, desemprego, precisamos nos cuidar inicialmente dessa droga, depois dividindo atenção, oportunidade e carinho para as crianças, para que elas não necessitem de substâncias para amenizarem seus traumas e se tornem adultas dependentes e sem controle.

Algumas pessoas são fortes e não se viciam, isso é possível ver, algumas pessoas não são apegadas aos tipos de drogas que invisivelmente corroem as sociedades. Minha contribuição é essa.

É preciso ver vários lados para poder estimular uma ação. O problema não está somente no vício, está no entrosamento entre os poderes informais e formais. Para que as coisas aconteçam é preciso que se tenha senso sobre controlar a vontade do outro.

As pessoas se drogam de diversas formas, só não precisamos que pessoas que não as consomem sofram qualquer consequência. Como a lei que proíbe o uso de cigarro em ambientes fechados e que é uma coisa que uma pessoa que fuma deve ter consciência.

As pessoas não se drogam só porque querem, eu sempre escrevo sobre essas coisas, por isso resolvi escrever definitivamente aqui, pois não é saudável ficar escrevendo demais no computador.

A existência é muito complexa e nunca uma existência vai conseguir controlar totalmente a outra, pois o entendimento e a carência vem de si. Muitas vezes não adianta dizer à pessoa que fuma que cigarro faz mal, ela até sabe, assim como sabem os que bebem e dirigem, àqueles que tiram vidas por questões de relacionamentos, por questões familiares. Existem diversas coisas que levam a existência humana ao erro e isso pode ser muito particular e único.

Logo, ao pensar na legalização, pensem na ideia de eliminar a principal fonte de renda de criminosos e de alguns que foram escolhidos pelo povo. Isso não vai atrapalhar de forma alguma a luta contra a fome, basta os homens entenderem que não precisam de muito, além do que é necessário para se ter uma boa vida e que as regras são óbvias, todos devem respeitá-las e cumpri-las.

Naturalmente as pessoas mais humildes teriam acesso a recursos financiados pelo própria população consciente da condição de sócios, que vivem em sociedade. O lucro exagerado não seria o objetivo cego daqueles que administram os recursos públicos e leis, não fosse o dinheiro e o luxo as piores drogas da humanidade. Entorpece, alucina e cega.

Seja parte da sua cidade, você pode formar um grupo, estimular ajuda, pode participar de grupos que já existam e aí você vai começar a lutar contra a fome e ajudar as pessoas a não precisarem de tantas drogas. Só precisamos de Paz.

Não desfaçam de alguns movimentos, não os generalize, isso é um contra-trabalho.

Outra coisa ruim é quando, por defender nossa opinião de maneira firme, não conseguimos ou não quereremos ver as contribuições do melhor ângulo possível. É uma barreira. Talvez, para cada existência, o pior inimigo.

Outra grande chave para  a resolução gradativa de problemas como a fome, é que devemos começar desde já, estimular nossos amigos desde já, para agir desde já, para que tudo que a gente ache ruim e indevido esteja no seu lugar, controlado, mas quando isso acontecer não estaremos vivos, assim como não comer da fruta de uma arvore que se planta. Não se pode só olhar à terra, tem que pegar as ferramentas, trabalhar, plantar, colocar, regar e cuidar, a todo momento, senão não vai ter jeito mesmo, lamento.

Não esqueçam os "cabeças vazias" que só querem fumar, que vivem bem, que tem estrutura...são eles que vão gerar capital para financiar a droga para dependentes que não conseguem se controlar e não tem dinheiro para pagar, serão naturalmente ativos sociais.

As pessoas sem condições que precisarem de drogas disponibilizada pelo projeto SID (você vai entender daqui a umas linhas), poderão ser tratadas...Já ouviu o velho ditado "Peixe se pega pela boca"?

A droga pode ser controlada, reduzindo gradativamente as dosagens, até eliminar a dependência. Como também, para aliviar a dependência de drogas mais fortes, pode se usar a maconha, por exemplo, com acompanhamento de uma equipe de Saúde e Intervenção à Dependência...o SID...gostaram da sigla? Eu achei legal: SID. (o "saúde" fica meio desconexo..e daí?)

As instituições de tratamento de saúde e readaptação social, seriam  financiadas pela riquíssimo comercio das drogas...e algumas,  que hoje são legais, passariam a fazer parte da contribuição, com uma parte de seus lucros, direcionado ao tratamento de seus contribuintes.

Liberando as pessoas que não consomem: Cigarro; Álcool; Cocaína; Crack; Maconha...de se sentirem lesadas, por acreditarem que colaboraram com tratamento ou recuperação de "descarados".

Sem contar que muitas pessoas se drogam e não perdem o controle e seriam elas as melhores contribuintes, pois investiriam mais que se beneficiariam dos serviços financiados pelo consumo.

E a fome, desemprego e saúde, ligada somente às drogas?
Imagina a rede de empregos que seria gerada, com direitos trabalhistas, férias, das oportunidades dadas às pessoas envolvidas em todos os processos.
É muita grana, sejam frios e calculistas...é muita grana sendo mal direcionada.
Mesmo que seja ruim...imagina uma pessoa morrendo inocentemente porque alguém a imaginou como traficante de cerveja...

Um simples usuário não pode ter sua vida ceifada pela violência, a não ser pela degradação pessoal resultante do consumo da droga que escolheu para si, a pessoa que escolheu e, se o seu consumo financiou a instituição onde será tratado, ninguém tem o que julgar.
Foto do artigo de jornal do JF_CETAD sobre drogas/ Jeniffer Batista

“Solidários, seremos união. Separados uns dos outros seremos pontos de vista. Juntos, alcançaremos a realização de nossos propósitos.” - Bezerra de Menezes

Já chega de tanta violência, precisamos reeducar nossa convivência.

Obs: Isso é apenas uma especulação imaginativa, destrua ou desconstrua, construa e nem me diga.


12.18.2012

Um lugar da imaginação




Ele vivia num país que atendia a demanda, de suas cidades, de combustíveis, minérios e alimentos. E atendia a demanda de empresas internacionais, de  países  extravagantes, que visavam apenas o lucro, mesmo que a base de sangue.

Naquele lugar os governantes, e os que se beneficiaram do governo, eram as pessoas que mais possuíam as terras daquela grande e bela nação.

A produção não atendia justamente a demanda nacional. Enquanto atendiam qualitativamente as demandas internacionais. Faziam as plantações sugarem toda a riqueza das terras, riquezas não-renováveis.

Os meios de comunicações eram financiados pelas empresas que chupavam o sangue da terra e dos homens que viviam e trabalhavam nela.

Os principais meios de comunicações não podiam ser contra as empresas e nem contra alguns de seus governantes, os mais ricos, alguns dirigiam as principais redes, desde que foram criadas.

Os meios de comunicação conduziam as escolhas dos governantes daquela nação.

Condicionavam as pessoas, a maioria de seus habitantes, com notícias diferenciadas, divertidas, educativas e de terror, enquanto qualquer tola tentativa de desvendamento era tratada com um atípico 
desdém por essas pessoas.

A população sem consciência do que estava acontecendo se deixava levar pelas coisas e cada vez mais deixava mais forte esse regimento. Outros conseguiam ver as coisas, mas como viviam num estado democrático eram obrigados a viverem indignados.

A imprensa agregada a essa rede de empresas e governantes fez de tudo para convencer a população que estava tudo certo, desligando profissionais que desobedecessem a primeira citação de seus contratos:

"1 . Não participar de eventos que somos contra e que nos desfavoreçam em causa ou de nossos contribuintes."

Quem tivesse potencial para mover algum tipo de manifesto que pudessem subjugá-los era desativado existencialmente ou ofertado como criminoso.

Aquele cidadão sabia que, se alguém lhe dissesse que alguém não prestava, teria que conhecer um pouco desse de quem proferia a acusação.

Sabia que do jeito que estavam indo, chegariam a um estado de calamidade estatal, pois enquanto dispendiam recursos, incontrolavelmente, agravavam as diferenças sociais.

Para ele era inadmissível que as pessoas daquele país e de todos os outros fossem tão desligadas da ideia de que suas existências naturais já eram naturalmente dispendiosas, mas elas cada vez mais colaboravam.... para o fim.

Ele era Crispim e vivia no país Atchim.


obs: Os links desta publicação levam a artigos, jornais e documentários relacionados a esse conto.

11.24.2012

Apoie a Internet livre e aberta



#freeandopen

"Um mundo livre e aberto depende de uma Internet livre e aberta. Os governos por si sós não podem determinar o futuro da Internet. Os bilhões de pessoas em todo o mundo que usam a Internet, bem como os especialistas que a desenvolvem e a mantêm, devem ser incluídos."


CLIQUE AQUI E PARTICIPE!

ÁGUABRAÇOS!


11.22.2012

Dia de catador de reciclados

Hoje é dia dos músicos e eu costumo pensar que todos os dias são datas comemorativas, mas precisamos ter referências, assim como aquela placa na rua que indica para onde devemos direcionar nossa ida. Todo dia é dia de contemplação e reflexão, guarde uns momentos para você refletir sobre suas atitudes.

Decidi pegar todos os sacos de recicláveis que vim juntando durante esses últimos 3 meses e ir, eu mesmo, levar ao lugar que os catadores levam para trocar por dinheiro. Eu estou duro também.

Logo no começo já me bati na seleção dos tipos de materiais que poderia levar e o peso que ficou quando finalizei, arrumei tudo naqueles sacos azuis de lixo, aquele que se compra no supermercado, ficou um total de 8 sacões cheios. Ficou pesado "pracarai"... andei de Brotas até o Gravatá, para quem conhece, fica numa rua paralela à rua do Fórum Ruy Barbosa (o cara tem um Fórum com seu nome, mas a casa onde morou está abandonada, poderia ser algum tipo de museu), uma caminhada de 25 minutos, subindo uma ladeira, passando pelo Dique, depois subindo a escadaria do lado da antiga Fonte Nova. A cooperativa fica no fim da Rua do Gravatá.


O caminho foi punk, debaixo de sol e no meio daqueles sacos eu senti na pele o que sente um morador de rua que tira o seu sustento dessa atividade, sem contar que, no meu caso, estava tudo limpo e tranquilo, pois o que ali tinham como lixo era tudo resultado do consumo da minha família.

Passei por uma senhora que falou baixinho para o guri que a acompanhava:
- Ele consegue carregar aquilo tudo porque está cheio de drogas.

Ela não contava com a minha super audição, que me ajuda um pouco com a música.

Depois de me espremer entre os carros e as pessoas, consegui subir o escadão do lado da antiga Fonte  Nova e alcancei o ladeirão que dá no Fórum, antes de completar a ladeira consegui ser ofendido por um carona de um dos carros que teve que mudar a direção na pista, já que por conta dos carros estacionados não tinha como eu andar pelo passeio.

Chegando lá, para a minha tristeza, descobri que 3 dos sacos que levara iria para o lixo e não me daria nenhum tipo de retorno financeiro, acabei adicionando peso à toa.


Nesse lugar eles compram Garrafas Pet, papelão, alumínio, lata de refri e cerveja, papel e outros tipos de plásticos que eles chamam de "balde/bacia" que se resume a plásticos coloridos, vasilhas de manteiga, de água sanitária, de shampoo e etc.









"o Catador poderia estar roubando, poderia estar matando, mas tem essa opção, que não é lá muito rentável, mas ainda é uma opção limpa, apesar de aparentemente suja e fazem um papel que a nossa prefeitura não faz"

Portanto é bom fazer parte dessa rede, não adianta separar e entregar para a coleta normal de lixo, lá eles juntam tudo que você separou.

Se você tem o hábito de separar seu lixo, não misturando os resíduos sólidos dos orgânicos, entre em contato com a cooperativa mais próxima da sua casa: Cidadanize-se (link) ou procure um catador em sua rua e acerte um lugar e dia que você deixará tudo que separou ao seu alcance.

Ah...nesse esforço todo eu ganhei R$ 4,40.






Estava mesmo afim de viver essa experiência e para essas coisas, não tem preço.
ôvaki:


11.11.2012

Ato Nacional de apoio à Cultura Indígena - Salvador - BAHIA - 09.11.12




"Em nome das seguintes tribos indígenas, inclusive aquelas que já se extinguiram, em especial a Xavantes(do meu avô):
Jês, Kariris, Karajás, Tukanos, Caraíbas;
Makus, Nambikwaras, Tupis, Bororós;
Guaranis-Kaiowá, Ñandeva, Yemikruia;
Yanomá, Waurá, Kamayurá, Iawalapiti, Suyá;
Txikáo, Txu-Karramãe, Xokrén, Xikrín, Krahô;
Xucurú e Romkomkamenkrá."
A.D.G


Cada um já nasce com um terreno e é dono permanecendo, ocupando espaço e tem que lutar pra não sair de dentro. Tem que comer no centro.
Para comprar a briga é só se imaginar privado, assim na cara, sem enrolação, essa mesmo que aceitamos, ludibriados.
Ainda dá pra gente viver bem, fazer, trabalhar, sentir, curtir, só que para alguns não se tem direito a morar no terreno onde constituiu família. Ninguém pode lamentar, por mais que digam que vão vender, doar, ganhar...acho que é óbvio que eles possuem alguma coisa..não podem ter nada, se viveram numa terra onde não se escrevia nada.
Quem faria seus documentos de posse? Os descendentes...sem heranças? Sem terras?...quem as comprou? Vivemos numa nação capitalista, logo eles também tem direito ao privado...ou nossas leis são dignas de irem à privada?
Não tem caô, o que é óbvio não pode ser refutado...morou, reproduziu, envelheceu...
é dono e fudeu!

Sugiro pesquisas e acompanhamento.
A chamada:
** EM SALVADOR - DIA 09/11/2012 - SEXTA - 17:30H NA PRAÇA DOIS DE JULHO NO CAMPO GRANDE **
(grupo no facebook)

"Onde o boi vale mais do que uma criança, onde a soja vale mais do que a floresta, e agora é a cana..."

Índios estão sendo MASSACRADOS no Mato Grosso do Sul pela disputa de terra, onde "jagunços" são financiados pelo agronegócio e a indústria de biocombustíveis para fazer o trabalho sujo, ASSASSINANDO-OS cruelmente para oprimir e coagi-los, tomando na FORÇA BRUTA o que é deles POR DIREITO.

Os Guarani-Kaiowá do município de Iguatemi (MS) ameaçam cometer MORTE COLETIVA (não sairão de suas terras) caso sejam obrigados a sair da fazenda Cambará, onde estão acampados, à margem do rio Jogui. O juiz federal, Henrique Bonachela, foi favorável ao pedido de liminar feito pelo proprietário da fazenda, Osmar Bonamigo. Por causa da decisão da Justiça Federal, os 170 Guarani-Kaiowás (50 homens, 50 mulheres e 70 crianças) ameaçam cometer MORTE coletiva (não sairão de suas terras). Eles afirmam que não acatarão a decisão da Justiça Federal. Os índios dizem que a região é um "tekoha" (cemitério de antepassados) e que, por isso, não sairão do local.

Para saber um pouco mais, este ótimo documentário:
À sombra de um delírio
Etanol, êta nó que nus dá!

11.06.2012

Eu sou egoísta, porque não?

O velho papo do ego...não existe trabalho sem. Quem não reproduz o ego, trabalha para alguém, esse velho papo cego é o que insisto em discordar. Cinema no Brasil não dá certo, porque, para o Brasil, é o ego que não quer lhe ajudar! É uma competição dos inferno, como em qualquer área, fica um metendo ferro no outro ao invés de produzir a bancada...ou se acorda para a necessidade do estímulo dessa cultura ou cada um, em sua ternura, irá apenas lamentar abraçando nada!
Gosto NÃO se COBRA, SE CRIA. via este mula, conta a gia!
"ou se muda ou se faz mudo ...agora ficar...é ego...cadê o seu ego? Mostre o que seu Ego é capaz...deixa de bobagem e faz...tenho vontade de interpretar 3 personagens ao mesmo tempo...só por conta do trabalho que dá reunir as pessoas para colocar uma estúpida ideia egocêntrica de um roteirista que nem escreveu a porra do roteiro, para um cinegrafista egoísta que pode não entender o que a merda do egoísta do diretor não conseguiu, por conta do seu endeusamento existencial, se fazer entender no que quis exigir o seu ego. Eu sou egoísta, e daí? "
um papinho mixuruca da porra, como se fosse diferente e uma competição serrada, ninguém elogia ninguém, os pontos, não colabora, não mostra, não estimula a critica popular, a curiosidade, interesse, Filmes que são produzidos por altos editais e ainda querem que passe como os filmes americanos, acho que lá eles já tem uma industria diferente, uma estrutura, também só vou ficar achando, aqui é tudo mafiado, "circuloso", estranho, então fudeu! Eu sou egoísta!!!!!!
Faço de qualquer jeito, do meu jeito, quem quiser diferente que pague, me ajude a alugar equipamento.
uma dia vou querer escrever algum roteiro, por enquanto fico reprisando o filme somente na minha cabeça, do jeito mais egoísta ...impossível!
Pega o dinheiro público, sim! Ganha grana, faz o filme, sim, e depois coloca de grátis!!
Pensa o filme sobre o assunto...Por que as pessoas estão abandonando o cinema?
É lógico que é mais cômodo assistir em casa, mas se for de grátis...
baratin...talvez seja diferente, né não?
Mais popular!!
o dinheiro da passagem...pã
a pipoquinha com um preço camarada...pã
enfim
eu que sou egoísta, acho chato sempre ficarem falando do ego.
Eu estou por fora, não vou beirar essas rodas...
só dou o meu trabalho, escambo ou pago.
Eu vou comer no centro e depois me espalho!

Ir por crise Tá!


11.02.2012

EM SALVADOR - DIA 09/11/2012 - SEXTA - 17:30H NA PRAÇA DOIS DE JULHO NO CAMPO GRANDE

Notícia das últimas décadas:: 

** EM SALVADOR - DIA 09/11/2012 - SEXTA - 17:30H NA PRAÇA DOIS DE JULHO NO CAMPO GRANDE **
(grupo no facebook)

"Onde o boi vale mais do que uma criança, onde a soja vale mais do que a floresta, e agora é a cana..."

Índios estão sendo MASSACRADOS no Mato Grosso do Sul pela disputa de terra, onde "jagunços" são financiados pelo agronegócio e a indústria de biocombustíveis para fazer o trabalho sujo, ASSASSINANDO-OS cruelmente para oprimir e coagi-los, tomando na FORÇA BRUTA o que é deles POR DIREITO.

Os Guarani-Kaiowá do município de Iguatemi (MS) ameaçam cometer MORTE COLETIVA (não sairão de suas terras) caso sejam obrigados a sair da fazenda Cambará, onde estão acampados, à margem do rio Jogui. O juiz federal, Henrique Bonachela, foi favorável ao pedido de liminar feito pelo proprietário da fazenda, Osmar Bonamigo. Por causa da decisão da Justiça Federal, os 170 Guarani-Kaiowás (50 homens, 50 mulheres e 70 crianças) ameaçam cometer MORTE coletiva (não sairão de suas terras). Eles afirmam que não acatarão a decisão da Justiça Federal. Os índios dizem que a região é um “tekoha” (cemitério de antepassados) e que, por isso, não sairão do local.

Vídeo-documentário crucial para o entendimento do caso:
À Sombra de um delírio 
À Sombra de um Delírio Verde from Midiateca Copyleft on Vimeo.
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Grupos, no Facebook, das Cidades onde acontecerão mobilizações:
BRASÍLIA - FLORIANÓPOLIS - PORTO ALEGRE - 
SÃO PAULO - RIO DE JANEIRO